O isolamento e impermeabilização são essenciais à boa conservação dos edifícios. A impermeabilização é especialmente importante nos telhados, nos terraços, nas paredes e nas fachadas. Pode também ser aplicada noutras estruturas, como varandas e piscinas. Por outro lado, a impermeabilização de paredes e fachadas é igualmente essencial para impedir a entrada de humidade em excesso, mantendo o interior seco e mais confortável.
Dispomos de técnicos e equipas parceiras com uma vasta experiência na área do isolamento acústico, térmico e impermeabilização. Somos especializados para fazer face a qualquer ocorrência.
Se pretender reduzir os níveis de ruído sonoro que provêm do exterior da sua casa, da rua ou dos vizinhos, então poderá considerar a nossa solução de isolamento acústico, que é aplicado a tetos, paredes ou chão. Se necessita de reduzir a perda de calor através das paredes e tetos, deverá considerar o isolamento térmico destas estruturas.
Existem vários materiais para isolar paredes e tetos, nomeadamente a lã de rocha, painéis de fibra de madeira ou de algodão ou materiais mais complexos, como o poliestireno extrudido.
Antes de isolar a sua casa consulte-nos, aconselhamos-lhe várias opções. Entre em contato e peça uma reunião connosco.
Contate-nos via e-mail (orcamentos@giobras.pt), telefone ou através do formulário no website e solicite um orçamento rigoroso.
Considerando que consideramos de extrema importância estas atividades, descrevemos com mais pormenor e detalhe os pormenores destas tipologias.
Assim consideramos os ISOLAMENTOS e as IMPERMEABILIZAÇÔES, atividades onde pretendemos dar uma resposta especializada e profissional, pois consideramos uma área complexa e de extrema importância para a sua casa ou edifício.
A nossa experiencia em diversas situações, permite-nos uma abordagem credível e que por vezes pode resolver problemas crónicos nas construções.
Assim descrevemos diversas situações relacionadas, para terem em consideração, nomeadamente as infiltrações de água, que são um dos principais problemas que afetam as zonas do país com níveis altos de precipitação. E a origem destas infiltrações é, invariavelmente, a cobertura ou o terraço do edifício. A impermeabilização de cobertura é um trabalho essencial para garantir o conforto das nossas casas.
Independentemente do tipo de impermeabilização, quer na cobertura, no terraço ou varanda, a melhor altura para realizar este tipo de trabalhos é fora da época de chuvas. Caso contrário, pode entrar água durante a execução.
Para impermeabilizar os telhados, é sempre necessário levantar a telha atual, depois aplicamos uma camada impermeabilizante contínua com todos os cuidados para não fissurar. Os pormenores que necessitam de especial atenção são as chaminés, juntas de dilatação, guarda-fogos, rufos e todos os remates.
Outra opção é aplicar uma subtelha, que funciona como uma segunda impermeabilização. Hoje em dia, é aplicada em quase todos os novos telhados e coberturas. Novamente, será necessária especial atenção ao beirado, rincões, guarda-fogos, rufos e chaminés.
Depois de impermeabilizar a cobertura, e aproveitando o facto de estar a trabalhar no telhado, pondere substituir as telhas. Atualmente existem telhas hidrófugas que dão uma proteção extra, embora o produto hidrófugo desapareça ao fim de dois anos. Há vários tipos de telhas:
• telha de barro (cerâmica), que existe em vários formatos: Telha romana, telha francesa, telha portuguesa, telha plan, telha colonial, telha germânica. Aconselhe-se sempre sobre o tipo de formato mais indicado para a arquitetura da sua casa e a inclinação do seu telhado.
• telha esmaltada, que tem uma camada vítrea que dá um “brilho” extra. A camada que protege a telha dá-lhe uma cor diferente e pode prevenir o seu envelhecimento.
• telha de vidro, usada em situações em que é necessária mais luminosidade. O grande perigo destas telhas é a facilidade com podem partir.
A fixação das telhas deve ser mecânica, recorrendo a gatos e/ou grampos, silicone ou uma argamassa fraca rica em cal. Como as telhas tradicionais são de material cerâmico, que é muito menos rígido do que as argamassas ricas em cimento, usar outros materiais pode fazer com as telhas partam ou descolem com a dilatação.
No entanto, no caso de estar a considerar uma impermeabilização mais substituição de cobertura, considere fazer a reforma de telhados. Mudar as estruturas de suporte e alterar a inclinação do telhado pode produzir resultados ainda mais duradouros a longo prazo. Aproveite para reparar e isolar caleiras, entre outros detalhes, que podem comprometer a eficácia final do trabalho.
Em Portugal, é muito comum encontrar Claraboias em vivendas e prédios. Ao rever a cobertura, é importante verificar também o isolamento da claraboia. Além da montagem da caixilharia, pode haver vantagens em alterar o vidro para um que proporcione mais isolamento térmico.
Pode aproveitar a impermeabilização de cobertura para colocar também painéis solares fotovoltaicos. Os painéis solares são uma excelente forma de tornar a sua casa mais eficiente e ecológica. A energia produzida pelos painéis é utilizada para aquecer água quente, por exemplo.
As infiltrações de água são um dos piores problemas que podemos ter em casa. O cheiro a humidade, o “mofo”, a presença de fungos ou bolor nos tetos e, nos casos mais graves, chuva dentro de casa. Mas a origem do problema é, muitas vezes, a má impermeabilização de terraços ou do telhado.
O problema deve ser corrigido logo que se detete a infiltração, uma vez que a tendência é piorar. Ao deixar a situação avançar, arrisca-se a ter estragos e prejuízos elevados.
A GIObras tem equipas especializadas em impermeabilizações prontas a restaurar a segurança e o conforto do seu lar.
A água é uma das principais causas de deterioração de edifícios. Há várias zonas vulneráveis: telhados, varandas e, claro, terraços. Geralmente, os terraços que cumprem uma dupla função como telhados são os mais problemáticos.
Os materiais mais usados para construir terraços são porosos: o betão, as argamassas e lajes. Portanto, são permeáveis à infiltração de água e podem começar a ceder às intempéries. Noutros casos, são as variações de temperatura que podem provocar fissuras ou rachaduras.
Então, a água acaba por infiltrar-se na estrutura do edifício. Aí, percorre o seu caminho até criar a infiltração dentro dos compartimentos e nas áreas comuns. Quanto mais tempo decorre, mais a mancha de água se alastra e mais danos pode causar.
Um dos principais riscos é, evidentemente, a infiltração da água no sistema elétrico da habitação. No caso de isto acontecer pode dar-se um curto-circuito com consequências trágicas. Outra questão que afeta a qualidade de vida dos moradores e a sua segurança é o aparecimento de fungos.
A nível da estrutura, a água causa também a corrosão de armaduras, eflorescências (depósitos cristalinos de cor branca), empolamentos (“bolhas” nas pinturas), degradação do betão e da argamassa. Qualquer um destes problemas pode resultar em gastos avultados de manutenção e de reparação. Nos prédios, estas despesas devem ser asseguradas pelo condomínio.
Em Portugal, estas situações são mais notórias nas zonas com níveis elevados de precipitação no litoral. Uma forma de o evitar é optar por telhados tradicionais com uma inclinação adequada. No entanto, quando se pretende manter a traça do edifício, a solução passa pela impermeabilização de terraços.
Sim, resolve. Aliás, é a única solução para este tipo de problemas. No entanto, é um trabalho que deve ser feito com muito cuidado e com muita profissionalismo. Uma equipa amadora não conseguirá impedir a passagem de água, fluídos e vapores para as áreas habitacionais.
Em construções novas, a impermeabilização cuidada é a única forma de impedir a degradação rápida da estrutura. Nos prédios restantes, a impermeabilização de terraços é uma necessidade esporádica. Depois de anos de exposição a condições atmosféricas adversas e de degradação expectável dos materiais, as falhas de impermeabilização têm que ser corrigidas.
Quando já há uma infiltração, é impossível detetar qual é o ponto de entrada da água. Por isso, é impossível fazer um “remendo” ou uma reparação simples – a impermeabilização do terraço terá que ser refeita na totalidade. O material impermeabilizante deverá ser escolhido em função do tipo de edifício e das condições de exposição. As soluções mais eficazes, contudo, são a tela asfáltica e a tela líquida.
A alternativa à impermeabilização total de terraços é aplicar um produto impermeabilizante temporário. No entanto, como o nome indica, esta solução não é duradoura. Além disso, o produto fica visível e pode danificar o pavimento existente.
A impermeabilização é um trabalho muito especializado. Na GIObras, seguimos um método para concluir a impermeabilização de terraços:
1. Retiramos o pavimento existente, incluindo as betonilhas.
2. Executamos uma betonilha de regularização com pendentes.
3. Executamos as “meias canas”, para que o pavimento seja impermeabilizado.
4. Aplicamos a camada de impermeabilização, em tela asfáltica ou em tela líquida, por toda a superfície.
Recomendamos as telas asfáltica e líquida pois são soluções eficientes e com um custo semelhante. Alguns terraços, no entanto, não têm altura suficiente para aplicar este tipo de telas. Nesses casos, a nossa equipa irá discutir consigo a melhor opção.
5. Prova de impermeabilização: enchemos o terraço durante 24h com um caudal considerável de água e verificamos se a infiltração não se repete.
6. Execução da betonilha de protecção e aplicação de novo revestimento.
Os isolamentos são essenciais para ter uma casa eficiente e confortável no interior. Se está a fazer uma remodelação, a GIObras recomenda sempre melhorar o isolamento da casa. No caso de estar a construir uma casa nova, saiba que é um fator que lhe permitirá poupar no futuro – até 50% na climatização da casa.
Alguns materiais:
Lã de rocha: É um tipo de lã mineral e resiste a temperaturas até aos 1 000ºC. Além de ser um excelente isolante térmico, também é incombustível (não arde) e imputrescível (não apodrece). Portanto, é usada como proteção contra incêndios e evita o colapso de estruturas metálicas em caso de incêndio. Comercializa-se em painéis rígidos e semirrígidos ou mantas, geralmente com um feltro como o papel kraft num dos lados. Também pode ser usada em pavimentos, tetos ou em paredes interiores.
Lã de vidro: Fabricada a partir de fibra de vidro e vende-se em rolos ou mantas. Tal como a lã de rocha, é incombustível e tem uma boa performance a nível de isolamento térmico e acústico, embora não resista a temperaturas tão altas. Usa-se sobretudo em telhados e tetos sob a forma de painéis hidrófugos.
Lã natural:Além da lã de rocha e da lã de vidro, a lã natural também é um ótimo isolante térmico e regulador de humidade. Não precisa de ser fabricada a altas temperaturas e é uma opção muito mais ecológica. Tal como as lãs anteriores, vende-se em forma de manta e em painéis.
Polistereno:O nome pode não lhe dizer nada, mas o polistereno expandido é o que conhecemos vulgarmente como “esferovite”. Embora não pareça, é um derivado do petróleo e do gás natural. Ao contrário da lã, é inflamável, pelo que são aplicados retardantes de chama ao esferovite. Também é vulnerável à radiação UV, por isso precisa de ser protegido do Sol.
Poliuretano: A espuma de poliuretano é um poderoso isolante que pode ser aplicado desde a parte inferior ou superior.
Cortiça: Os aglomerados de cortiça são, provavelmente, o mais antigo isolamento térmico. Normalmente é usado em forma de painéis e é dificilmente inflamável. A maior desvantagem é ser vulnerável aos fungos – precisando de tratamento hidrófugo.
Muitos dos materiais listados acima também apresentam um bom comportamento como isolante acústico. Na realidade, o melhor isolante é o vácuo, razão pela qual aconselhamos sempre caixilharias com vidro duplo ou janelas duplas. Nas paredes, tanto a cortiça como a lã (seja lã de rocha ou lã de vidro) são isolamentos acústicos muito eficazes.
Para avaliar as melhores soluções, contacte-nos
Tel: 284 106 823 – 939 664 433 ou Email: orcamentos@giobras.pt
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