Portugal possui um dos parques habitacionais mais novos no conjunto da União Europeia.
No entanto, no que respeita à temática da manutenção preventiva de edifícios, ainda se encontra pouco
desenvolvido, muito aquém dos padrões médios dos restantes países da União Europeia.
De forma a garantir as exigências de utilização e qualidade, os edifícios necessitam de ações de
manutenção. Essas ações de manutenção ainda não estão completamente incutidas na mentalidade e
na cultura portuguesa.
A evolução passa por uma mudança de atitude dos utilizadores e responsáveis pelas edificações, a
qual deverá focalizar-se numa manutenção continuada, cuidada e pró-ativa, através da aplicação de
planos de manutenção das habitações novas e reabilitadas, tendo em vista evitar a sua degradação.
A manutenção adequada dos edifícios pressupõe a implementação de um plano de gestão adequado
que enfatize um conjunto de potencialidades direcionadas para a minimização de custos futuros
associados a avarias e à preservação das condições de habitabilidade das edificações.
A gestão da manutenção é, sobretudo, uma aplicação da engenharia cujo principal objetivo consiste em
assegurar o pleno funcionamento das instalações, a obtenção de um maior rendimento, assim como a
sua segurança.
O conceito de manutenção poderá ser subdividido em dois tipos distintos: Preventiva e Corretiva.
Acrescem a estes dois tipos, as manutenções pró-ativas e de substituição, sendo as primeiras
constituídas por um conjunto de procedimentos que visam garantir e prolongar o desempenho de uma
dado elemento da construção e as segundas direcionadas para a substituição e manutenção frequente
cuja a necessidade é óbvia como por exemplo a substituição de lâmpadas.
A manutenção preventiva poderá subdividir-se em manutenção sistemática e condicionada. A
sistemática é aplicada quando a intervenção é efetuada a intervalos pré-definidos (exemplo: limpeza
de uma fachada de um edifício para remoção de musgos e outras vegetações em períodos de 6 em 6
anos) enquanto a condicionada é aplicada antes de ter ocorrido a perda da função do elemento
detetada através de uma inspeção ou controlo do mesmo (exemplo: fachada revestida com cerâmicos
em que se deteta que alguns desses cerâmicos se encontram aparentemente soltos).
A manutenção corretiva surge normalmente como resposta ao aparecimento de problemas nas
funções de um qualquer elemento ou na falta do mesmo, constituindo uma reação que resulta da
ausência de um planeamento eficaz e bem definido na gestão das edificações.
Esta manutenção poderá apresentar uma causa extrínseca (exemplo: vidro que quebra devido a uma
ação externa como sejam condições climatéricas extremas) ou intrínseca (exemplo: janela que deixa
entrar água devido ao mástique de isolamento se ter degradado com o tempo).
A Manutenção preventiva existe para reduzir as ações relativas à manutenção corretiva, não podendo
esta última ser de todo eliminada em resultado de causas extrínsecas ou de erros na conceção dos
edifícios que podem provocar um anormal e mais rápido desgaste de elementos integrantes das
edificações.
Para análise do edificado e das respectivas Patologias, estas podem apresentar diversas causas e
carecem de análise por técnico com experiência neste domínio.
É usual que a análise do técnico seja materializada por meio de Relatório Técnico.
Este relatório técnico poderá ter diferentes utilidades: Pode proporcionar a um lesado pela patologia
ou patologias a prescrição do que poderá ser feito para resolver o problema. Curiosamente, esta não é
a principal razão para a procura de um técnico aquando detectada a patologia ou patologias.
Normalmente os lesados recorrem ao serviço de um técnico quando estão em causa garantias da obra,
tendo por objectivo reclamar junto do construtor a resolução das patologias, sendo esta a segunda
razão responsável pela procura de técnico.
Para elaboração de Relatórios e fazer uma avaliação às Patologias, dispomos de técnicos e equipas
experientes.
Se pretender que se apresente uma Plano de Manuetenção, com base no levantamento da
necessidades e Patologias.
Contate-nos via e-mail, telefone ou através do formulário no website e
planear efectuar uma visita ao local da intervenção e efectuar uma reunião.
Email: engenharia@giobras.pt
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